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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Como transformar meu filho em delinquente?

Achei bem interessante e acho que precisa ser divulgado esse arquivo...
Parabéns a autora do texto e o blog que postou...Créditos no fim da matéria...

No decorrer de minha criação, como posso tornar meu filho querido um delinquente?

1 – No decorrer da infância, comece a dar ao seu filho tudo o que ele quiser. Assim quando crescer, ele vai acreditar que todos têm obrigação de lhe dar tudo que deseja.

2 – Quando seu filho disser diversos palavrões, ache bastante graça e nunca o repreenda. Isso o fará considerar-se interessante. Ele vai crescer chamando os outros da forma que desejar, afinal a família sempre riu do que ele falava.

3 – Em sua família nunca fale de religião achando que não é correto impor qualquer tipo de religião ao seu querido filho. Espere até que ele chegue aos 18 anos e decida por si mesmo. Isso com certeza irá ajudar seu filho a não respeitar os valores religiosos.

4 – Continue apanhe tudo o que seu filho deixar jogado: livros, sapatos, roupas, etc... Faça tudo para ele, para que aprenda a jogar sobre os outros toda a responsabilidade de suas ações incorretas. Saiba que a primeira da lista a responder pelas irresponsabilidades por seu filho, será você.

5 – Para tornar um filho delinqüente e indiferente, os pais devem discuta com freqüência na presença dele. Assim, não ficará muito chocado, quando o lar se desfizer mais tarde.

6 – Mesmo a família não tendo condições, dê-lhe todo o dinheiro que ele quiser. Nunca o deixe ganhar seu próprio dinheiro. Por que terá ele que passar pelas mesmas dificuldades que você passou ou passa?

7 – Satisfaça todos os seus desejos de seu filho, afinal negar algo a um filho muito querido, pode acarretar em frustrações prejudiciais. Então pense sempre em seu filho e faça TUDO que ele pedir. Isso com certeza estraga um filho.

8 – Seu filho nunca está errado, afinal você o cria para isso, por tanto, tome sempre partido dele contra os vizinhos, sua família, professores, policiais e qualquer pessoa que esteja no caminho do seu querido. Lembre-se: todos têm má vontade com seu filho e só você o compreende e o cria bem.

9 – Você assiste, cria e educa seu filho dando e fazendo tudo que ele quer, mas quando ele se meter em alguma encrenca, dê uma desculpa para as pessoas perdoarem, diga-lhes: “Nunca consegui dominá-lo”.

10 – Seguindo todas as dicas desta apostila, você irá torna brevemente seu querido filho um delinqüente e deverá preparar-se para uma vida de desgosto. Afinal você construiu o seu merecido destino. Pense e reflita!


Reflexões:

1. De acordo com os itens estabelecidos , quais não correspondem ao seu julgamento de valor quanto a pergunta central do contexto em estudo.

2. Quais os riscos para a vida familiar quando um pai ou mãe estabelece como norma de criação algum item negativo composto nesta apostila?

http://simonehelendrumond.blogspot.com
Autora da Apostila: Simone Helen Drumond - simone_drumond@hotmail.com
http://meustrabalhospedagogicos.blogspot.com/2011/06/como-transformar-meu-filho-em.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+MeusTrabalhosPedagogicosAtividadesEProjetosParaEducaoInfantil+%28%22+Meus+Trabalhos+Pedag%C3%B3gicos%2C+Atividades+e+Projetos+para+Educa%C3%A7%C3%A3o+Infantil+%22%29

quarta-feira, 27 de abril de 2011

SÍNDROME, TRANSTORNO ou DISTÚRBIO?


DIFERENÇA ENTRE SÍNDROME, TRANSTORNO, DISTÚRBIO ORGÂNICO E DISTÚRBIO FUNCIONAL

A síndrome e o transtorno andam juntos enquanto são constituídas pelo conjunto de sinais e sintomas que caracterizam uma determinada patologia. Enquanto não se identifica a patologia continuamos a chamar esse conjunto de sinais e sintomas de síndrome. No momento em que se define a patologia, o quadro passa a ser chamado de transtorno.

Tanto a síndrome como o transtorno podem ser orgânicas ou funcionais, sendo chamado de orgânico quando caracteriza-se por representar um problema em um determinado órgão em mal funcionamento detectável, ou seja, quando é causada diretamente por anomalias estruturais cerebrais, neuroquímicas ou neurofisiológicas do paciente. Normalmente o que nos facilita a caracterização de determinado distúrbio de orgânico é quando o paciente apresenta prejuízos cognitivos consideráveis, como a falta de memória, dificuldade muito grande de orientação, cálculos freqüentemente errados, erros graves de julgamento, falta de compreensão da linguagem, etc...

O distúrbio orgânico é considerado uma síndrome quando o médico suspeita de uma causa orgânica mas ainda não possui dados clínicos suficiente para essa confirmação. A partir do momento que essa causa orgânica é identificada esse distúrbio passa a ser considerado um transtorno mental orgânico.

Quando se identifica o órgão, mas esse não apresenta qualquer anormalidade detectável nos exames, chamamos esse distúrbio de funcional.

A ocorrência da Síndrome ou do Transtorno nos leva a deduzir pela presença, na pessoa, da estrutura psicótica correspondente, exceto nos casos de transtornos orgânicos a partir de determinadas lesões, o que faz o paciente adquirir comportamentos tal qual o psicótico, mesmo sem ter a estrutura correspondente nascida com ele, mas adquirida com a lesão.

http://iupe.webnode.com/diferen%C3%A7a%20entre%20sindrome,%20transtorno,%20disturbio%20org%C3%A2nico%20e%20disturbio%20funcional%20com%20enfoque%20na%20quest%C3%A3o%20do%20estrutural%20e%20n%C3%A3o%20estrutural/

sábado, 9 de abril de 2011

TRANSTORNO BIPOLAR


sexta-feira, 25 de março de 2011

A SALA DE RECURSOS FUNCIONA...

SALA DE RECURSOS: O melhor recurso é o CARINHO...

Este ano a Escola Municipal Monteiro Lobato está ofertando o atendimento da SALA DE RECURSOS.Contando com trabalho da Professora Cris Vaccari,que de maneira lúdica e dinâmica vem restaurando a autoestima e contribuindo para o aprendizado das crianças que apresentam déficit de aprendizagem,transtornos de atenção , conduta, e TDAH.A Professora prepara o aluno para desenvolver habilidades e utilizar instrumentos de apoio que facilitem o aprendizado nas aulas regulares.O trabalho na Sala de recursos é lento e contínuo,porém apresenta excelentes resultados a longo prazo.Na Sala de Recursos o trabalho é feito a partir das intervenções sugeridas pela Avaliação Psicoeducacional além da Sondagem feita pela professora da Sala de Recursos.
O objetivo da sala de recursos é promover e favorecer a aprendizagem do aluno visando o desenvolvimento global,valorizando habilidades, competências, avanços, resgatando a auto-estima e possibilitando o crescimento educacional voltados as dificuldades e necessidades individuais.As crianças são atendidas durante 4 horas por semana divididas em 2 dias. Sempre buscando o desenvolvimento da criança em parceria com os professores da sala regular.
Na sala de recursos a utilização de materiais alternativos é fundamental para o resgate dos conteúdos defasados : Jogos pedagógicos;Blocos lógicos;Sucata (tampinhas, palitos,etc); Folheto de mercado;Material dourado;Fita métrica;Relógio;Dados; Materiais recicláveis,Xerox ou Material impresso,Massinha,Histórias em quadrinhos, Poema,Versos,Figuras,Escrita no quadro,na areia,no chão,etc..Exposição oral de fichas, livrinhos de historinhas infantis, códigos,recortes de jornais, revistas e outros meios gráficos de leitura;Produção de textos através de som corporal,mímicas ,oralidade gestos,frases,desenhos,sequencia;Uso do espelho;Atividades de pesquisa coletivas e individuais; Utilização de Materiais paradidáticos elaborados pela professora e pelos próprios alunos(caça palavras,palavras cruzadas, trilhas, joguinhos, memória,dominós etc..)Dramatizações;Musicalidade;Registro no caderno;Ilustrações;Desenhos; Painéis; Cartazes;Fotos.
A avaliação segue obedecendo os requisitos:
• Verificar a participação do aluno nas atividades propostas;
• Verificar se o aluno lê e escreve associando seu significado, observar a compreensão e INTERPRETAÇÃO dos aluno em relação aos textos lidos;
• Observação individual direcionada ao aluno;
• Compreensão do aluno em relação aos conteúdos propostos;
• Produção de textos oral para a organização correta de suas idéias e escrita para avaliação formal;
Um Breve resumo do trabalho pode ser contemplado no Blog e Orkut da Professora Cris Vaccari
Visite:
Orkut:Cris Vaccari Crica
Blog:Educano com Arte:
http://criseducando.blogspot.com/

Texto:Profª Cris Vaccari




































terça-feira, 22 de março de 2011

TRANSTORNO DE CONDUTA


Diagnóstico
Basicamente consiste numa série de comportamentos que perturbam quem está próximo, com atividades perigosas e até mesmo ilegais. Esses jovens e crianças não se importam com os sentimentos dos outros nem apresentam sofrimento psíquico por atos moralmente reprováveis. Assim o comportamento desses pacientes apresenta maior impacto nos outros do que nos próprios. O transtorno de conduta é uma espécie de personalidade anti-social na juventude. Como a personalidade não está completa, antes dos dezoito anos não se pode dar o diagnóstico de personalidade patológica para menores, mas a correspondência que existe entre a personalidade anti-social e o transtorno de conduta é muito próxima.
Certos comportamentos como mentir ou matar aula podem ocorrer em qualquer criança sem que isso signifique desvios do comportamento, contudo a partir de certos limites pode significar. Para se diferenciar o comportamento desviante do normal é necessário verificar a presença de outras características e comportamentos desviantes, a permanência deles ao longo do tempo. Além das circunstâncias em que o comportamento se dá, as companhias, o ambiente familiar, os valores e exemplos que são transmitidos devem ser avaliados para o diagnóstico. O transtorno de conduta é freqüente na infância e um dos maiores motivos de encaminhamento a psiquiatria infantil.

Característica
na juventude. Como a personalidade não está completa, antes dos dezoito anos não se pode dar o diagnóstico de personalidade patológica para menores, mas a correspondência que existe entre a personalidade anti-social e o transtorno de conduta é muito próxima.
Certos comportamentos como mentir ou matar aula podem ocorrer em qualquer criança sem que isso signifique desvios do comportamento, contudo a partir de certos limites pode significar. Para se diferenciar o comportamento desviante do normal é necessário verificar a presença de outras características e comportamentos desviantes, a permanência deles ao longo do tempo. Além das circunstâncias em que o comportamento se dá, as companhias, o ambiente familiar, os valores e exemplos que são transmitidos devem ser avaliados para o diagnóstico. O transtorno de conduta é freqüente na infância e um dos maiores motivos de encaminhamento a psiquiatria infantil.

Curso
Tem sido observada uma tendência a se tratar de um problema duradouro que inicia na infância podendo chegar à idade adulta. Como é um transtorno relativamente novo não se pode afirmar cientificamente que durará a vida toda. Por enquanto tem se verificado que quanto mais precoce o início, maior a gravidade e tendência a durar ao longo da vida. Os sintomas mais leves como mentiras, falta às aulas podem preceder comportamentos mais graves como agressões físicas ou abuso de drogas. O desinteresse escolar e o próprio comportamento desviante levam ao fracasso acadêmico, tornando o futuro dessas crianças ou adolescentes mais limitado. O encontro com outras pessoas com o mesmo perfil pode ocasionar na formação de gangues, o que significa um primeiro passo na direção de atividades ilegais em grupo. Nesse caso as companhias podem precipitar as atividades delinqüentes.
Alguns eventos da vida favorecem a permanência do comportamento desviante, outros o atenuam. O ambiente escolar tanto pode incentivar como inibir, dependendo de suas características. Constata-se que uma boa escola faz diferença para a educação e formação dos adolescentes e crianças. Igualmente o suporte familiar e o envolvimento afetivo. A identificação com uma pessoa de boa índole tanto pode atenuar o comportamento como precipitar e aprofundar um comportamento patológico quando o parceiro afetivo age nesse sentido.
Um ciclo vicioso entre gerações é observado no ambiente anti-social do transtorno de conduta. Filhos de pais anti-sociais tendem a ser anti-sociais que por sua vez tendem a educar filhos anti-sociais perpetuando o ciclo. Não há evidências suficientes para se afirmar que esse problema seja mais genético do que ambiental, ou o contrário. Os estudo mostram influência genética, mas isso apenas não é suficiente para fazer surgir o transtorno de conduta.

Comorbidade
As crianças e adolescentes com transtorno de conduta apresentam também mais do que outras pessoas na mesma faixa etária, incidência de transtornos mentais. O mais freqüente é o déficit de atenção com hiperatividade, estando presente em aproximadamente 43% dos casos, os transtornos de ansiedade e obsessivo-compulsivos em 33% dos casos. O abuso de substâncias psicoativas também é mais elevado dentre os adolescentes com transtorno de conduta.

Tratamento
Os tratamentos citados na literatura não apresentam respostas satisfatórias, mas alguma melhora do comportamento é possível de ser obtida com uma intervenção em diferentes áreas. Psicoterapia individual, uso de medicação para os sintomas mais proeminentes, psicoterapia familiar, orientação de pais, treinamento dos envolvidos no trato direto como os professores. Abordagens isoladas como psicoterapia individual dificilmente surtirão algum benefício.


Última Atualização: 15-10-2004
Ref. Bibliograf: Liv 02 Liv 20

FONTE:http://www.psicosite.com.br/tra/inf/conduta.htm

quarta-feira, 2 de março de 2011

APRENDIZAGEM LENTA...DIAGNOSTICO???



A Criança de Aprendizagem Lenta
O que o professor precisa saber?
Como diagnosticar?
Como intervir?

As causas do não aprender podem ser diversas, é necessário reconhecer que não é tarefa fácil para os educadores compreenderem as causas desse “não aprender.
Muitas vezes as crianças de aprendizagem lenta são rotuladas como alunos sem solução e vítimas de uma desigualdade social.
São inúmeros os problemas que encontramos durante o processo escolar. Em alguns momentos,alguns são próprios da faixa etária, outras, no entanto, nos mostram que uma ou várias habilidades não foram adquiridas adequadamente e que podem estar afetando o aprendizado, outras são originárias de lesões cerebrais.
Assim teríamos:
Distúrbio/Transtorno: Um problema de origem neurológica ou genética. Anormalidade patológica por auteração violenta na ordem natural”. De acordo com a Classificação Internacional de Doenças-10, elaborado pela Organização Mundial de Saúde usado para indicar a existência de um conjunto de sintomas oucomportamentos clinicamente reconhecível associado, na maioria dos casos, a sofrimento e interferência com funções pessoais.
Dificuldades: Um problema de origem cognitiva, psicopedagógica. Baixo rendimento escolar em decorrência defatores isolados. Participariam dessa conceituação atrasos no desempenho escolar por falta de interesse,inadequação metodológica, situação sócio-cultural.
Problema: De origem emocional. Baixo-conceito de si próprio, não buscam o sucesso, minimizam o valor do
esforço e tendem a ser pessimistas no resultado escolar, falta de acompanhamento escolar, falta de interação social.
Acompanhar e avaliar o procedimento do educando resgatando as dificuldades em aprender, é oprimeiro passo em buscar condições favoráveis ao educando para minimizar o alto índice do fracasso escolar.
Diante dessa problemática, sentimos a necessidade de irmos em busca de subsídios que possam nos auxiliar e enriquecer nosso trabalho e, assim, abrirmos caminhos para uma educação melhor.
Precisamos assim identificar a causa da dificuldade, combater e tratar.
A aprendizagem escolar precisa ser um processo natural e prazeroso e se a criança não sentir isso é porque existe algo errado.
Quando não compreendemos o insucesso escolar das crianças, atribuímos valores morais e sociais sem perceber que isso provoca sofrimento.
Precisamos mostrar para estas crianças que suas dificuldades têm nome, tem uma razão e uma solução. Não deveríamos culpar a criança em suas dificuldades, mas sim proporcionar condições para suas realizações.
São muitas crianças com dificuldades na aprendizagem que apresentam problemas de
comportamento como: hiperatividade, falta de interesse, dificuldades em seguir instruções, imaturidade social,dificuldades em conversar, inflexibilidade, falta de organização, distração, falta de coordenação, impulsividade...
Quando estas dificuldades não são entendidas, pais e professores se convencem de que a criança não presta atenção e que não quer cooperar. Muitos são os casos de estudantes que se sentem frustrados edesistem de aprender. Questionam a inteligência, ficam furiosos, tornam-se ansiosos e deprimidos, geralmente
ficam isolados socialmente e tem auto - estima baixa.
Muitos pais tentam superar estes problemas, pois os filhos se mostram inteligentes, mas se deparam com obstáculos na escola. Vários são curiosos e sentem vontade de aprender, mas são inquietos e não prestam atenção, o que torna difícil uma explicação.Uma criança que se vê de forma negativa, não tem confiança em si e se sente incapaz de enfrentar situações novas, mesmo antes de começar uma tarefa, muitas vezes já desanima, achando que será mal sucedida.
O papel do professor e dos pais é muito importante, suas atitudes ajudam a construir as crianças ou construir imagens positivas ou negativas de si mesmas, aumentando ou diminuindo sua motivação.
Os professores têm a obrigação e o dever de comunicar a coordenação da escola e esta aos pais, por escrito, através de um relatório, quais dificuldades de aprendizagem que a aparecem em sua sala de aula, esse relatório deve abranger aspectos globais das diversas áreas do conhecimento. Essa postura facilita o encaminhamento da criança a um especialista que, ao tratar do insucesso escolar, tem condições de orientar o professor a lidar com o aluno.
Atitudes do Professor: Para auxiliar um aluno que vem apresentando alguma dificuldade, o professor deve:
! Aceitá-lo como ele é; Encorajá-lo sem ser muito crítico; Apresentar sugestões positivas;
! Incentivar o companheirismo e a aceitação do aluno pela classe; Dar-lhe segurança;
! Procurar descobrir suas aptidões; Não fazer comparações, pois cada aluno tem um ritmo próprio de amadurecimento e suas descobertas são individuais.
Família e escola são pontos de apoio e sustentação ao ser humano; são marcos de referência existencial. Quanto melhor for a parceria entre ambas, mais positivos e significativos serão os resultados na
formação do sujeito.
No processo de Alfabetização.........
Nesse processo, a criança que apresenta dificuldades na linguagem oral pode ter problemas para relacionar-se ou integrar-se em seu grupo. Se não conseguem entendê-la, normalmente será alvo de gozações ou de exclusão o grupo, que provavelmente repercutirá no seu rendimento escolar global. Em alguns casos, se a criança apresentar alteração na fala (trocas, omissões ou distorções) estas poderão se refletir em sua escrita espontânea.
Quando devemos nos preocupar? Quando comparada a outras de sua faixa etária chama atenção nos seguintes itens:
Com relação à linguagem oral
- Não apresenta intenção para se comunicar;
- Não respeita ou não percebe situações de diálogo, ou recusa-se a participar de situações que há necessidade de expressar-se como: rodas de conversa, dramatizações, leituras em voz alta etc.
- Utiliza uma ou duas palavras em vez de construir frases ou quando se expressa com frases estas são simples, com vocabulário pobre e erros de concordância que já não deveriam acontecer na sua idade ou constrói frases confusas com grande número de palavras para expressar uma idéia.
- Repete as palavras do adulto como eco ou recorre aos gestos indicativos com o dedo, olhar ou expressões de rosto;
- Usa palavras reduzidas ou onomatopéias, como por exemplo: au-au para mostrar qualquer animal
- Omite, acrescenta ou altera a pronúncia de alguns sons das letras por exemplo: chocolate- socolate; gato cato,
pipoca - poca...
-Apresenta hesitação na fala;
- Sua voz é rouca ou nasalizada, ou com alterações na entonação ou ritmo;
- Denota alterações relacionados aos órgãos articulatórios: lábios, língua, dentes, céu da boca, bochechas que dificultam a articulação de algumas sílabas, ou que refletem na alimentação, recusando comer alimentos sólidos ou necessitando ingerir líquidos durante a alimentação;
- Apresentam respiração bucal, que muitas vezes interferem no próprio comportamento da criança. Respiração
bucal leva a criança a hiperatividade e a dispersão que são notados mais frequentemente na sala de aula.
Com relação a escrita:
A maioria das crianças conseguem ser alfabetizadas dentro dos prazos previstos, o que não significa que seja um processo simples.
- Não reconhece as letras
- Apresentam resistência a leitura, à escrita, ou a ambas
- Lentidão para reproduzir graficamente as letras aprendidas; ou reproduz em espelho.
- Tem resistência a leitura, à escrita, ou a ambas
- Lentidão para reproduzir graficamente as letras aprendidas ou reproduz em espelho;
- Troca algumas letras : p/b; f/v; g/q; d/t; ch/j; b/d; p/q
- Caligrafia é incompreensível ou apresenta tensão muscular exagerada que faz a criança se queixar de dores na mão, braços e ombros;
- Quando lê ou escreve, omite, troca, distorce, junta ou separa letras ou palavras;
- Diante das situações de leitura/escrita apresenta reações como sono, dor de cabeça ou de barriga, dispersão etc.
- Dificuldade em reproduzir texto já lido ou de redigir (apresentando dificuldades na organização das idéias,
seqüência lógica etc ).
Com relação a Problemas Visuais Perceptuais:
• Dificuldade de distinção de vários formatos e tamanhos;
• Dificuldade de colorir, escrever e recortar;
• Falta de estabilidade no uso das mãos; trocando a direita e a esquerda muitas vezes para realizar uma tarefa;
• Letras e palavras ao contrário.

Docente Esp.)Juliane Feldmann
Pedagoga/Psicopedagoga Clínica
E-mail: psicojuliane@terra.com.br

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

ARTES PARA DEFICIENTES VISUAIS



Evania!
Sugiro que vc trabalhe com pinturas com serragem ou areia.Passando cola na figura com auxílio da professora e depois a criança DV,coloca serragem ou areia sobre o desenho,depois de seco poderá sentir através do tato o trabalho pronto.
Pode também trabalhar a pintura com esponja,misture massa corrida com a tinta para que seu trabalho fique em auto relevo..bjinhos






sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

TDAH- Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade



As crianças hiperativas,são um caso em que um conjunto de profissionais devem ser requisitados. Psicopedagogos, pedagogos, psicologos especializados em TDAH, Neuro-psiquiatra.
Tratamento mais indicado
A pessoa com TDAH precisa aprender a conviver com este transtorno, fazendo as acomodações necessárias ao longo da vida. Por isso a grande importância de um diagnóstico correto precoce, que possibilite à criança ter um atendimento adequado o mais cedo possível. Atualmente a maneira mais eficiente de tratar o TDAH é adotando um procedimento multidisciplinar, isto é, coordenando um trabalho que envolva pais e profissionais das áreas médica, de saúde mental e pedagógica. Isso significa, em primeiro lugar, um conhecimento real quanto à natureza do TDAH, em desenvolver estratégias próprias na administração do comportamento na casa e na escola, em um programa pedagógico adequado, em terapia individual ou familiar, segundo o caso, e, se necessário, o uso de medicamento indicado por neurologistas, que podem utilizar-se de técnicas modernas para avaliar a função cerebral, por meio de exames de neuroimagem e testes neurológicos.

Algumas características muito comuns entre as crianças que apresentam esses transtornos, como a alta carga emocional e de energia colocada em suas ações, e espontaneidade e a criatividade, podem representar vantagens em ambientes que requerem menor estruturação, como por exemplo, no meio artístico.

Medicamento: quando utilizar?
Uma grande polêmica em torno do uso do medicamento Ritalina foi anunciada nos Estados Unidos, em 2001, por Hillary Clinton, que manifestou preocupação com relação ao uso abusivo do medicamento em crianças menores de 4 anos. A Ritalina é um estimulante que atua no córtex cerebral e que inibe áreas responsáveis pela agitação. A conseqüência disso é que, pela rapidez com que atua, proporciona uma melhora no comportamento, na capacidade de concentração e facilita o aprendizado. Contudo, a indicação de uma medicação deve sempre levar em conta os riscos e benefícios, portanto somente deve ser prescrita quando bem indicada, e segundo a ética médica do profissional.

Algumas dicas para os pais
Ensinar seus filhos a pensar no impacto que seu comportamento tem sobre eles mesmos e os outros. Convidá-los a pensar em possíveis soluções. Esse processo é parte de como ensinar crianças a tomar decisões mais acertadas.
Falar demais é o erro mais comum cometido pelos pais. Cutucar, lembrar, repetir ordens e falar mais de uma vez para fazer isto, não fazer aquilo cria ressentimento tanto nos pais quanto nos filhos. A correção é uma arte útil que convida à cooperação.
Quando um problema de comportamento acontece, confrontar a criança é uma importante e poderosa ação e deve ser usada para aumentar a harmonia familiar. Corrigir sem criticar é um aspecto importante para a orientação eficiente da criança. Fortalece o amor do filho pelos pais e aumenta a sensação de segurança emocional no relacionamento.

A visão Homeopática do TDAH
O Dr. Antônio Carlos Silveira Rezende é pediatra homeopata, orientador de Ensino da Fundação de Estudos Médicos Homeopáticos do Paraná-Curitiba desde 1987, autor do livro "Pediatria Sob Visão Homeopática".

Após ler um artigo publicado na revista Veja, em 1994, em que aparecia a concentração de crianças hiperativas, com déficit de atenção, com resultados terapêuticos pouco satisfatórios, intensifiquei a análise das informações que tinha dos meus pacientes nas mesmas condições e observei que estavam apresentando melhoras significativas com o tratamento homeopático. Investi na minha pesquisa e atualmente estou desenvolvendo uma dissertação de mestrado sobre o tratamento homeopático em crianças hiperativas.

Para recorrer ao tratamento, os pais devem estar atentos ao comportamento de seus filhos. O sinal mais importante é a dificuldade que a criança tem de manter-se parada (casa, escola, clube, igreja, parques, dormindo, vendo TV etc). Os sintomas são mais comuns entre meninos do que em meninas (5:1).

Em minha dissertação de mestrado, farei um questionamento da possibilidade de utilizar os medicamentos homeopáticos que possuem características semelhantes às que definem hiperatividade, bem como os sinais raros, peculiares e característicos dessas crianças, com a finalidade de produzir um equilíbrio geral nas mesmas, pois, na visão homeopática, a hiperatividade seria uma manifestação do desequilíbrio do ser.

É evidente que, em se tratando de crianças com essas alterações no comportamento, utilizo também os Critérios de Diagnóstico das Crianças Difíceis, inclusive para poder diferenciar inquietude em crianças de crianças hiperativas.

Principais Sintomas
Os critérios listados abaixo são utilizados oficialmente para a definição do diagnóstico de TDAH em crianças e adultos tanto no Brasil como no resto do mundo.
Duração mínima de seis meses dos distúrbios em pelo menos oito dos critérios seguintes:

1. Mexe mãos e pés constantemente.
2. Dificuldade em permanecer sentado
quando exigido.
3. Facilmente distraído por estímulos
externos.
4. Dificuldade de aguardar sua vez em
jogos ou grupos
5. Deixar escapar respostas às perguntas
antes que sejam completadas.
6. Dificuldades em seguir instruções
de outros.
7. Dificuldades em manter atenção em
tarefas ou atividades recreativas.
8. Freqüentemente muda de uma
atividade incompleta para outra.
9. Dificuldade em brincar em silêncio.
10.Fala excessivamente.
11.Interrompe os outros, intromete-se
em jogos, etc.
12.Parece não escutar o que lhe é dito.
13.Perde as coisas necessárias para suas
tarefas ou atividades na escola/casa.
14.Freqüentemente se engaja em
atividades perigosas fisicamente, sem
considerar as possíveis conseqüências.


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Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade

RECLAMAÇÕES

“Meu filho não para quieto, não para nem para comer. Na sala de aula fica se remexendo na
cadeira, levanta sempre e não para, pula, grita. Na hora de fazer o dever de casa é a mesma
coisa, se mexe o tempo todo, o material caí, a lição fica por fazer. Ele está sempre a “mil por
hora” e só “desliga a bateria” quando dorme. Já fui chamada na escola três vezes este mês.
Ele não presta atenção em nada, vive no “mundo da lua”, brinca o tempo todo. Já botei de
castigo, bati, gritei, tirei a televisão e o videogame do quarto... Nada funciona. E ainda por cima
tem gente que acha que á a mãe que não sabe dar educação ao filho!”


Histórias como esta se repetem diariamente em consultórios médicos e psicológicos e o
grau de sofrimento e desgaste de pais, educadores e da própria criança são incalculáveis. O
TDAH é um dos transtornos comportamentais com maior incidência na infância e na
adolescência. Pesquisas realizadas em diversos países revelam que o TDAH está presente
em torno de 5% da população em idade escolar. Trata-se de uma síndrome clínica
caracterizada basicamente pela tríade sintomatológica: déficit de atenção, hiperatividade e impulsividade.
Na maioria dos casos, as pessoas com TDAH são inquietas – não permanecem paradas
nem sossegadas por muito tempo e detestam coisas monótonas e repetitivas, além de serem impulsivas no seu dia-a-dia. São pessoas que vivem trocando de interesses e planos e temdificuldades em levar as coisas até o fim. A criança pode apresentar-se inquieta, não conseguindo permanecer sentada, abandonando sua cadeira em sala de aula ou durante o almoço de família. Está sempre “a mil por hora” ou como se estivesse “ligado em uma tomada de 220 volts”, fala em demasia e dificilmente brinca silenciosamente, estando sempre gritando.
Os pacientes com este diagnóstico apresentam prejuízos no desempenho acadêmico e social,pois têm dificuldade em organizar-se, manter atenção em sala de aula, realizar deveres escolares ou permanecer sentados ou quietos.

As causas do TDAH ainda não estão bem estabelecidas. Acredita-se em uma origem
que envolve diversos fatores, sendo que o mais importante deles seria a herança genética.
O diagnóstico do T.D.A.H. é essencialmente clínico. Não existem exames laboratoriais
ou de imagem que faça o diagnóstico. A investigação do TDAH envolve detalhado estudo
clínico através de avaliação com os pais, com a criança e com a escola. Escalas de avaliaçãopadronizadas para pais e professores podem ser utilizadas. A avaliação com pais deve abranger uma história detalhada de todo o desenvolvimento da criança ou adolescente contendo desde a história gestacional da mãe até os dias atuais.
O TDAH caracteriza-se por uma combinação de dois grupos de sintomas que devem
ocorrem frequentemente.
1. Desatenção;
2. Hiperatividade e impulsividade.
Os sintomas de desatenção:
 Prestar pouca atenção a detalhes e cometer erros por falta de atenção,
 Ter dificuldade de concentração (tanto nas tarefas escolares quanto em jogos e
brincadeiras)
 Parecer estar prestando atenção em outras coisas numa conversa.
 Ter dificuldade em seguir as instruções até o fim ou deixar tarefas e deveres sem
terminar.
 Ter dificuldade de organizar-se para fazer algo ou planejar com antecedência.
 Demonstrar relutância ou antipatia em relação a tarefas que exijam esforço mental por
muito tempo (tais como estudo ou leitura)
 Perder objetos necessários para realizar as tarefas ou atividades do dia-a-dia.
 Distrair-se com muita facilidade com coisas à sua volta ou mesmo com os próprios
pensamentos. É comum que pais e professores se queixem de que estas crianças
parecem “sonhar acordadas”.
 Esquecer coisas que deveria fazer no dia-a-dia.
Sintomas de hiperatividade/impulsividade:
 Ficar mexendo as mãos e pés quando sentado ou mexer-se muito na cadeira.
 Ter dificuldade de permanecer sentado em situações em que isso é esperado (sala de
aula, mesa de jantar, etc).
 Correr ou escalar coisas, em situações nas quais isto é inapropriado (em adolescentes
e adultos pode restringir-se a uma sensação de inquietude por dentro).

 Ter dificuldade para manter-se em atividade de lazer (jogos ou brincadeiras) em
silêncio.
 Parecer ser “elétrico” e a “mil por hora”.
 Falar demais.
 Responder a perguntas antes de elas serem concluídas. É comum responder uma
pergunta sem lê-la até o final.
 Não conseguir aguardar a sua vez (nos jogos, na sala de aula, em filas etc.).
 Interromper os outros ou intrometer-se nas conversas alheias.
Existem três tipos de TDAH:
1- Forma predominantemente desatenta, quando existem mais sintomas de desatenção.
Esta é a forma mais comum na população em geral.
2- Forma predominante hiperativa/impulsiva, quando existem mais sintomas de
hiperatividade e impulsividade.
3- Forma combinada, quando existem muitos sintomas de desatenção e de hiperatividade
e impulsividade. Está é a forma mais comum nos consultórios e ambulatórios,
provavelmente porque causa mais problemas para o próprio portador e para os demais,
o que leva os pais a procurarem ajuda para o filho.
Embora os sintomas possam estar presentes desde muito cedo, quanto as crianças entram
na escola, costumam tornar-se mais evidentes por volta dos 7 anos.
Atualmente, sabe-se que é muito comum a existência de problemas emocionais em
conjunto com TDAH. Aliás, o próprio TDAH é classificado como um transtorno psiquiátrico e não como um transtorno neurológico. As crianças portadoras de TDAH apresentam mais problemas psicológicos que as crianças apenas portadoras de dificuldades escolares (por outras razões), mas que não tem TDAH. Baixa auto-estima, oscilações grandes do humor,sensação de fracasso e instabilidade nas relações com os demais colegas são as queixas mais freqüentes.
Crianças com TDAH não diagnosticadas e não tratadas apresentam uma série de prejuízos
no decorrer dos anos. Inicialmente ocorre um baixo rendimento escolar, a criança não
consegue acompanhar sua turma, sendo muitas vezes até reprovada. Perda da auto-estima,tristeza, falta de motivação nos estudos e prejuízos nos relacionamentos sociais podem desencadear episódios depressivos graves. Durante a adolescência, os prejuízos acadêmicos e sociais acarretados podem facilitar abandonos escolares e de faculdade ou propiciar o início
do uso abusivo de drogas e álcool. Possivelmente esses jovens virão a tornar-se adultos inseguros, pouco habilidosos socialmente, com menos anos de educação, trabalhando nos piores empregos e com maiores dificuldades de serem absorvidos pelo mercado de trabalho.
O TDAH é um transtorno muito comum e também muito prejudicial ao desenvolvimento
emocional, acadêmico e social. Por isso, é importante que pais, professores, pedagogos,psicólogos e médicos sejam capazes de identificar os sintomas. Quanto mais precoce o diagnóstico e o tratamento, mais facilmente evitamos as consequências negativas.
O tratamento pode ser feito de forma interdisciplinar (com vários profissionais diferentes trabalhando em equipe), com orientação aos pais e professores. A orientação aos pais vai
facilitar o convívio familiar, não só porque ajuda a entender o comportamento do portador de TDAH, mas também porque permite ensinar técnicas que auxiliam no manejo dos sintomas e na prevenção de problemas futuros.
É importante para os pais perceberem que as crianças hiperativas entendem as regras,
instruções e expectativas sociais. O problema é que elas têm dificuldade em obedecê-las.
Esses comportamentos são acidentais e não propositais. Por isso, não devem culpar o seu filho por ele ser assim, isso só será pior para ele!
É preciso estar preparado para descrever, de forma precisa e objetiva, o comportamento do seu filho em casa e nas atividades. Se a criança está encontrando dificuldade na escola, é
necessário pedir ao professor que converse com o médio ou envie um relatório por escrito.
No tratamento da criança hiperativa, a meta é ajudá-la a fazer o melhor possível, em casa,na escola, e com os amigos. Os pais devem lembrar-se de que o filho está lutando com todas as forças para superar uma deficiência do sistema nervoso. Explique, se preciso for, mas não se sinta envergonhado ou culpado quando seu filho não se comportar bem.

Daniela Demski Adário
Psicóloga - CRP 07/17367
Avenida Sete de Setembro, 431. Sala 603 Ed. Sanenge - CEP 99700-000 - Erechim - RS
Fone (54) 9182-6193 Site: www.serpsicologia.com.br

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

HISTÓRIA EM QUADRINHOS -LIBRAS

CRIEI NO SITE:
http://www.maquinadequadrinhos.com.br/HistoriaVisualizar.aspx?idHistoria=493777#

 
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