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segunda-feira, 9 de maio de 2011

FAMÍLIA REAL BRASILEIRA




Principe D.Pedro de Orleans e Bragança(in memorian)ao seu lado a jovem agora senhora,AMIGA SELMA,do blog De tudo um pouco.

A família imperial brasileira teve sua origem na família real portuguesa, descendendo diretamente da Casa de Bragança, em comunhão com as casas de Habsburgo e Bourbon. Foi a soberana do Império do Brasil desde a sua fundação em 1822 até 1889 quando foi proclamada a república brasileira.

Imperadores do BrasilDesta Casa, imperaram no Brasil:

D. João VI de Portugal (1825—1826, de jure)
D. Pedro I do Brasil (1822—1831, de facto)
D. Pedro II do Brasil (1841—1889, de facto)
Foram imperatrizes do Império do Brasil:

D. Carlota Joaquina de Bourbon (1825-1826, de jure)
D. Maria Leopoldina de Habsburgo (1822—1826, de facto)
D. Amélia de Leuchtemberg (1829—1831, de facto)
D. Teresa Cristina de Bourbon-Duas Sicílias (1842—1889, de facto)
[editar] DescendênciaCom o casamento de D. Isabel do Brasil (a herdeira de Dom Pedro II, o último imperador do Brasil) com o príncipe Gastão de Orléans, conde d'Eu em 1864, a Casa Imperial associa-se à Casa de Orléans, iniciando o atual ramo dinástico do Brasil, embora este nunca tenha imperado: os Orléans e Bragança (ou Orleães e Bragança), denominação oficial até hoje da dinastia brasileira. Embora a adoção deste sobrenome - Orléans e Bragança - não se aplica a outros membros da família que não sejam descendentes directos deste casamento, sendo que os descendentes dos outros filhos do último imperador - Dom Pedro II, e dos dois outros monarcas, Dom Pedro I e Dom João VI, só detém o sobrenome Bragança ou este em conjunto com outro nome.

Com a proclamação da república brasileira em 15 de novembro de 1889, o núcleo da família imperial seguiu para o exílio na França e Áustria, e, no governo do presidente da República Epitácio Pessoa - de 1919 a 1922, foram autorizados a regressarem ao Brasil. Actualmente, conta com centenas de membros espalhados entre o Brasil e a Europa.

Como a princesa D. Isabel do Brasil era a filha herdeira de Dom Pedro II, os descendentes dela compõem o atual ramo dinástico do Brasil e, portanto, a titularidade de todos os supostos títulos imperiais brasileiros.

Príncipe Imperial do Brasil é um título criado para os herdeiros aparentes dos Imperadores D. Pedro I e D. Pedro II, ao trono imperial brasileiro. Mesmo após a proclamação da república brasileira, em 15 de novembro de 1889, o título continuou a ser ostentado pelo membro herdeiro da Casa Imperial do Brasil.

De acordo com a constituição brasileira de 1824, apenas o primeiro na linha sucessória recebe o título de Príncipe Imperial do Brasil, cabendo aos demais filhos do monarca o título de Príncipe do Brasil (sem contudo ter qualquer ligação com o antigo título português). O primogênito do Príncipe Imperial seria denominado Príncipe do Grão-Pará. A regra, todavia, fizeram-se diversas exceções ao longo da história, ante a necessidade de se designar um herdeiro aparente ao trono brasileiro enquanto o Imperador não tivesse filho. Assim o foi quando da maioridade de D. Pedro II, designando-se sua irmã D. Januária como sua herdeira aparente.

Após a morte de D. Pedro II do Brasil, e haja vista a impossibilidade da sagração como imperador, instituiu-se o título de Chefe da Casa Imperial Brasileira para designar o herdeiro presuntivo de jure do trono imperial. A mecânica prevista pela constituição de 1824 permanece inalterada, sendo o título de Príncipe Imperial do Brasil transferido de acordo com a ordem sucessória.



Família Imperial Brasileira
Precursores: D. João VI de Portugal | D. Carlota Joaquina
1.ª geração: D. Pedro I | D.Leopoldina de Áustria | D. Amélia de Leuchtenberg
2.ª geração: D. Pedro II | D. Teresa de Duas Sicílias | D. Januária Maria | D. Paula Mariana | D. Francisca Carolina
D. Maria II de Portugal | D. Maria Amélia
3.ª geração: D. Isabel Leopoldina | D. Luís Gastão d'Eu | D. Afonso Pedro | D. Leopoldina Teresa | D. Pedro Afonso
4.ª geração: D. Luísa Vitória | D. Pedro de Alcântara | D. Luís Maria Filipe | D. Antônio Gastão | Pedro Augusto | Augusto Leopoldo
5.ª geração em diante: Ramo de Vassouras | Ramo de Petrópolis | Ramo de Saxe-Coburgo e Bragança

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

BANDEIRAS DO BRASIL

T0DAS RETIRADAS DA NET...PARABÉNS AOS CRIADORES...











































BRASIL IMPÉRIO





domingo, 4 de julho de 2010

Curitiba é a capital com melhor ensino fundamental do País



Curitiba é a capital com melhor ensino fundamental do País

Retirado do blog:
http://professoramariasimoes.blogspot.com/2010/07/curitiba-e-capital-com-melhor-ensino.html


Pela terceira vez consecutiva, Curitiba tem o melhor desempenho entre as capitais no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), indicador do Ministério da Educação criado para medir a qualidade do ensino oferecido nas escolas públicas. O resultado da avaliação de 2009 foi divulgado nesta sexta-feira (2) de junho de 2010, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Curitiba obteve índice de 5,7 na avaliação dos anos iniciais do ensino fundamental (1ª a 4ª série).


"O resultado mostra que estamos firmes no compromisso de oferecer ensino de qualidade para avançarmos na construção de uma cidade melhor", disse o prefeito Luciano Ducci. "A educação é prioridade na Prefeitura de Curitiba. Priorizar a educação é apostar na qualidade de vida e no desenvolvimento dos cidadãos."


O índice de Curitiba ficou acima da média nacional de 4,6 e vem crescendo a cada avaliação. Em 2007, Curitiba teve índice de 5,1, e em 2005, índice de 4,7. "Temos que dividir esta conquista com todos os estudantes e com os profissionais de educação da Rede Municipal, que têm ajudado Curitiba a manter-se como referência, além de oferecer ensino de qualidade para nossas crianças", afirmou a secretária municipal da Educação, Eleonora Bonato Fruet.


O Ideb é calculado a partir dos dados sobre aprovação obtidos no censo escolar e das notas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e Prova Brasil. Para que o índice de uma escola melhore é preciso que o aluno aprenda, não repita o ano e frequente as aulas.


Na Prova Brasil, Curitiba também lidera entre as capitais, com nota média padronizada de 5,91 nas provas de Matemática e de Língua Portuguesa. Palmas, no Tocantins, ficou em segundo na Prova Brasil, com nota média de 5,76. No Ideb, Palmas ficou em segundo lugar, com índice de 5,6, seguida de Belo Horizonte, com índice de 5,3.


"Fazemos diagnósticos profundos e constantes para buscar informações que mostrem a realidade de cada escola, suas experiências e necessidades", disse Eleonora. A Secretaria da Educação transforma os dados coletados em informação e a informação em prática pedagógica, que melhora a qualidade de ensino das escolas municipais.


Em 2009, ano da mais recente avaliação do Ideb, a Prefeitura investiu aproximadamente R$ 18 milhões em novas creches, escolas, quadras poliesportivas cobertas e bibliotecas e em reformas e ampliações das unidades de ensino.


Em 2010, está investindo R$ 20 milhões em obras para ampliar a oferta de vagas na rede municipal de ensino. São obras de construção e ampliação de escolas, Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) e unidades de educação integral, que estão acontecendo nas nove administrações regionais.


No total, são 26 equipamentos que abrirão mais 4.768 vagas na educação infantil e no ensino fundamental. A maior parte dos recursos - aproximadamente R$ 15 milhões - está sendo aplicada na expansão da oferta para crianças de três meses a cinco anos de idade em creches. Além disso, desde janeiro, 622 novos profissionais foram contratados na educação.


fonte: http://www.curitiba.pr.gov.br/publico/noticia.aspx?codigo=19858&Curitiba-%C3%A9-a-capital-com-melhor-ensino-fundamental-do-Pa%C3%ADs


Postado por Professora Maria Simões de Brito

quarta-feira, 23 de junho de 2010

MISSÕES NA ÁFRICA

terça-feira, 8 de junho de 2010

Olimpíada de História do Brasil




A Olimpíada, composta por cinco fases online e uma presencial, é destinada a estudantes do 8.º e 9.º anos do ensino fundamental e demais séries do ensino médio, de escolas públicas e privadas de todo o Brasil. Os estudantes podem ser do ensino regular, ensino profissionalizante e do EJA (educação de jovens e adultos).

Para orientar a equipe, formada por três estudantes, é obrigatória a participação de um professor de história.

A Olimpíada começa no dia 19 de agosto, dia nacional do historiador, data que celebra o nascimento e o centenário da morte do jornalista e historiador Joaquim Nabuco.

A iniciativa é do Museu Exploratório de Ciências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Em 2009, a ONHB inscreveu mais de 15 mil participantes e reuniu cerca de 2 mil pessoas na final presencial.

Mais informações acesse o site: http://www.mc.unicamp.br/2-olimpiada/inicio/index
Gustavo Garotti Scandiuzzi
Postado por Ivanise Meyer às 14:26
Marcadores: olimpíada nacional em História de Brasil

sábado, 5 de junho de 2010

Os 10 rios mais ameaçados do mundo...

Publicado por Carlinha do Blog:
http://blogdaescolasantaterezinhaaracaju.blogspot.com/2010/06/rios-quase-mortos.html#comment-form




Os 10 rios mais ameaçados do mundo
Não é só o clima que está mudando por causa das ações do homem: alguns importantes rios também podem, simplesmente, desaparecer do planeta.
Descubra, aqui, quais deles estão mais ameaçados atualmente

domingo, 9 de maio de 2010

Eurotúnel, maravilha do mundo moderno

Percurso do Eurotúnel

Retirado do blog:http://blogdaescolasantaterezinhaaracaju.blogspot.com/2010/05/eurotunel-maravilha-do-mundo-moderno.html



Você já ouviu falar do Eurotúnel? É um túnel ferroviário submarino de 50,5 km que atravessa o Canal da Mancha ligando a França à Inglaterra. A construção desse túnel, que é considerado uma grande obra da engenharia e arquitetura, começou pelos dois lados, ou seja, enquanto uma equipe iniciava a construção na França, outra começava na Inglaterra, e terminou quando essas equipes se encontraram. Foram quase dois séculos de discussões para que esses países aceitassem a construção do túnel, pois eles tinham sido inimigos de guerra anteriormente e, por isso, achavam que era essa ligação poderia ser perigosa.
A inauguração do Eurotúnel, feita simbolicamente por François Mitterrand e pela rainha Elizabeth II, em 6 de maio de 1994, marcou o fim do isolamento britânico que, por séculos, foi muito importante para a defesa do Reino Unido. Após oito anos de muito trabalho, foi aberto para uso comercial, oferecendo três serviços principais: o Le Shuttle, um trem que carrega veículos; o Eurostar, para passageiros, conectando estações em Londres a Paris e Bruxelas; e trens de carga. Quase 7 milhões de passageiros fazem a travessia de 35 minutos todo ano.
http://www.mundoeducacao.com.br/geografia/eurotunel.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Eurot%C3%BAnel

quarta-feira, 28 de abril de 2010

VERDADES E MENTIRAS SOBRE CABRAL E O DESCOBRIMENTO DO BRASIL









créditos de pesquisa:
http://bancodeatividades.blogspot.com/2010/04/verdades-e-mentiras-sobre-o.html



Mentira: Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil.
Verdade: Quem descobriu foram navegantes espanhóis. Ele apenas tomou posse, em nome do rei Dom Manoel.
Mentira: Cabral era um grande navegador português.
Verdade: Era um nobre, sem grandes feitos náuticos anteriores. E depois também não voltou mais a velejar.
Mentira: Ao regressar, Cabral foi aclamado pela Corte.
Verdade: O rei não deu importância ao seu feito ...

Falta um ano para que se comemore, oficialmente, cinco séculos de descobrimento do Brasil. Grandes festas estão sendo programadas, com grandes redes de TV prometendo trazer o papa para rezar a missa no “mesmo” local onde ela foi rezada pela primeira vez no continente. Mas a verdade é que o país não foi descoberto no dia 22 de abril de 1500, a façanha não foi obra de portugueses comandados por Pedro Álvares Cabral, que, por sinal, nem era um grande navegante.

Mesmo que a versão portuguesa estivesse correta, e os homens de Cabral fossem os primeiros europeus a pisar na América do Sul, a frota não desembarcou em Porto Seguro, como se aprende na escola, e sim na baía de Santa Cruz de Cabrália, a 46 km ao norte dali. Enfim, a história do descobrimento está recheada de equívocos que muitos interesses e a eterna lei do menor esforço teimam em preservar.

Nos meios científicos já se tem como certa a presença de espanhóis na costa brasileira antes de Cabral. O pesquisador Julio Louzada Neto,informa que há um marco em espanhol na costa cearense datado de 1497 – provavelmente obra de Vicente Pinzón, experiente navegador que participou da frota do italiano Cristovão Colombo, descobridor da América em 1492. Pinzón descobriu o rio Amazonas, que batizou de “Mar Dulce”. Há evidências de que sua última passagem pelo Brasil aconteceu em fevereiro de 1500, em região próxima ao atual Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco.

Dias depois de Pinzón, partiu da Espanha outro navegador, Diogo de Lepe, com o mesmo objetivo de explorar a então desconhecida América. Ele atingiu o litoral brasileiro em março.

É evidente que espanhóis e portugueses já sabiam que o Brasil existia. A dúvida era se se tratava de uma ilha ou de um continente. Entre os navegadores, como o português Vasco da Gama, o Brasil era chamado de “Ilha dos Papagaios Vermelhos”. Essas teses já foram provadas e documentadas. Porém, como escreveu o jornalista gaúcho Eduardo Bueno em seu livro “A Viagem do Descobrimento”, nada tira a importância da descoberta oficial de Pedro Álvares: “O descobrimento sociológico do Brasil coube aos portugueses”, finaliza ele.

O descobridor, subestimado:

Uma coisa é certa: desde àquela época Portugal não deu o valor que Cabral merecia. Documentos, monumentos históricos e fatos contados nos livros demonstram que nosso descobridor foi, por diversas vezes, subestimado. Isso fica claro quando se traça uma comparação, por exemplo, entre Pedro Álvares e Vasco da Gama, o navegador que descobriu a rota marítima até às Índias.

Enquanto Gama foi aclamado pelo povo e pelo rei por ter achado o caminho até Calcutá, Cabral voltava de sua longa viagem esgotado e com sua frota destruída e humilhada. A tentativa de estabelecer uma feitoria nas Índias falhou: apenas cinco das 13 naus que partiram no dia 9 de março do Tejo, regressaram. Nem a notícia da descoberta de novas terras ao sudoeste da África - o Brasil - alegrou o rei: afinal, concluiu Dom Manoel, que importância poderia ter um lugar em que não haviam especiarias, nem metais preciosos?

Dom Manoel acreditou que a nova terra poderia ter a função geográfica de servir apenas como escala das naus que partiriam a Calcutá. Logo, porém, o rei percebeu que a parada era “fora de mão”. Por mais este motivo, resolveu ignorar a descoberta de Pedro Álvares.

Só 30 anos depois da volta do navegador a Portugal, quando o país estava mergulhado em dívidas provocadas exatamente por esta ambição de gastar fortunas à procura de riquezas nem sempre achadas, que os lusos começaram a prestar atenção no potencial econômico que o Brasil poderia oferecer.

Enquanto nos escritos do túmulo de Cabral, localizado na pequena cidade de Santarém, nem ao menos mencionam seu maior feito - o descobrimento do Brasil -, o corpo de Vasco da Gama encontra-se imortalizado no Mosteiro dos Jerônimos, em Lisboa ao lado de outros grandes nomes da cultura e da história de Portugal, como o próprio rei Dom Manoel, o rei Dom Sebastião, Fernando Pessoa e Luís Vaz de Camões. Falando no mais famoso escritor português, por que será que Camões não se lembrou ou não reservou pelo menos uma estrofe das 1102 existentes nos "Lusíadas" - escrito por volta de 1568 - , para falar sobre Cabral?

O grande poema épico celebra as virtudes e o valor do povo português na época dos descobrimentos, tendo Vasco da Gama como figura central e sua viagem "por mares nunca dantes navegados" como enredo, mas cita também outros importantes navegadores, como Duarte Pacheco, Afonso de Albuquerque, Paulo da Gama e Fernão de Magalhães. Observação: Camões viajou para a Índia em uma nau comandada por Fernão Álvares Cabral, sobrinho de Pedro Álvares.

35 quilos de ouro

Pela viagem e pela descoberta, Cabral recebeu de remuneração 35 quilos de ouro. Vasco da Gama levou cerca de 350 quilos por ter alcançado as Índias por via marítima. Enquanto o primeiro não ascendeu a um grau superior da nobreza depois da sua viagem, Gama recebeu o título de Dom em 1500 e conseguiria ainda a sua promoção nobiliárquica a Conde da Vidigueira. Um fato curioso: ironicamente – ou propositadamente, quem sabe – os escudos, dinheiro português, exibem hoje os retratos dos grandes navegadores da época áurea de Portugal. Vasco da Gama, claro, está estampado na nota de cinco mil escudos, enquanto que o rosto de Cabral aparece na nota de mil escudos.

Aumentando o descrédito de Cabral, ainda hoje existem dúvidas quanto à sua qualificação para comandar um frota de tão grande porte. Pouco se sabe sobre seus dotes náuticos. Alguns historiadores acreditam que ele só foi nomeado por pertencer a uma família nobre portuguesa muito ligada à corte e também por ser casado com uma das mulheres mais ricas daquela época: Dona Isabel de Castro, que era neta dos reis Dom Fernando de Portugal e Dom Henrique de Castela.

Antes de ter partido nesta viagem, o descobridor do Brasil havia lutado na África. Até aí, não há muito o que louvar, já que a maioria dos jovens portugueses em idade militar partiam para a África com os mesmos fins. Porém, com toda sua obsessão por novas conquistas, é de duvidar que o rei Manoel fosse louco suficiente para encarregar um novato da importante missão de conquistar Calcutá, como era o objetivo principal da missão comandada por Cabral. (Lúcia Calasso, especial para o JT).





 
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