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quarta-feira, 5 de março de 2014

ALFABETINHO...



























Algumas dicas para o professor lidar com hiperativos



- Evite colocar alunos nos cantos da sala, onde a reverberação do som é maior. Eles devem ficar nas primeiras carteiras das fileiras do centro da classe, e de costas para ela;
- Faça com que a rotina na classe seja clara e previsível, crianças com TDAH têm dificuldade de se ajustar a mudanças de rotina;
- Afaste-as de portas e janelas para evitar que se distraiam com outros estímulos;
- Deixe-as perto de fontes de luz para que possam enxergar bem;
- Não fale de costas, mantenha sempre o contato visual;
- Intercale atividades de alto e baixo interesse durante o dia, em vez de concentrar o mesmo tipo de tarefa em um só período;
- Repita ordens e instruções; faça frases curtas e peça ao aluno para repeti-las, certificando- se de que ele entendeu;
- Procure dar supervisão adicional aproveitando intervalo entre aulas ou durante tarefas longas e reuniões;
- Permita movimento na sala de aula. Peça à criança para buscar materiais, apagar o quadro, recolher trabalhos. Assim ela pode sair da sala quando estiver mais agitada e recuperar o auto-controle;
- Esteja sempre em contato com os pais: anote no caderno do aluno as tarefas escolares, mande bilhetes diários ou semanais e peça aos responsáveis que leiam as anotações;
- O aluno deve ter reforços positivos quando for bem sucedido. Isso ajuda a elevar sua auto-estima. Procure elogiar ou incentivar o que aquele aluno tem de bom e valioso;
- Crianças hiperativas produzem melhor em salas de aula pequenas. Um professor para cada oito alunos é indicado;
- Coloque a criança perto de colegas que não o provoquem, perto da mesa do professor na parte de fora do grupo;
- Proporcione um ambiente acolhedor, demonstrando calor e contato físico de maneira equilibrada e, se possível, fazer os colegas também terem a mesma atitude;
- Nunca provoque constrangimento ou menospreze o aluno;
- Proporcione trabalho de aprendizagem em grupos pequenos e favoreça oportunidades sociais. Grande parte das crianças com TDAH consegue melhores resultados acadêmicos, comportamentais e sociais quando no meio de grupos pequenos;
- Adapte suas expectativas quanto à criança, levando em consideração às deficiências e inabilidades decorrentes do TDAH. Por exemplo: se o aluno tem um tempo de atenção muito curto, não espere que se concentre em apenas uma tarefa durante todo o período da aula;
- Proporcione exercícios de consciência e treinamento dos hábitos sociais da comunidade. Avaliação freqüente sobre o impacto do comportamento da criança sobre ela mesma e sobre os outros ajuda bastante.
- Coloque limites claros e objetivos; tenha uma atitude disciplinar equilibrada e proporcione avaliação freqüente, com sugestões concretas e que ajudem a desenvolver um comportamento adequado;
- Desenvolva um repertório de atividades físicas para a turma toda, como exercícios de alongamento ou isométricos;
- Repare se a criança se isola durante situações recreativas barulhentas. . Isso pode ser um sinal de dificuldades: de coordenação ou audição, que exigem uma intervenção adicional.
- Des envolva métodos variados utilizando apelos sensoriais diferentes (som, visão, tato) para ser bem sucedido ao ensinar uma criança com TDAH. No entanto, quando as novas experiências envolvem uma miríade de sensações (sons múltiplos, movimentos, emoções ou cores), esse aluno provavelmente precisará de tempo extra para completar sua tarefa.
- Não seja mártir! Reconheça os limites da sua tolerância e modifique o programa da criança com TDAH até o ponto de se sentir confortável. O fato de fazer mais do que realmente quer fazer traz ressentimento e frustração.
- Permaneça em comunicação constante com o psicólogo ou orientador da escola. Ele é a melhor ligação entre a escola, os pais e o médico. Esta lista também serve para projetar uma sala de aula para uma criança hiperativa.
- O professor sabe sobre hiperatividade em crianças e está disposto a reconhecer que este problema tem um impacto significativo sobre as crianças da classe.
- O professor parece entender a diferença entre problemas resultantes de incompetência e problemas resultantes de desobediência.
- O professor não emprega como primeira ação o reforço negativo ou a punição como meios para lidar com problemas e para motivar na sala de aula.
- A sala de aula é organizada.
-Existe um conjunto claro e consistente de regras na classe. Exige-se que todos alunos aprendam as regras.
- As regras da sala de aula estão num cartaz colocado na sala para que todos vejam.
- Existe uma rotina consistente e previsível na sala de aula.- O professor exige e segue estritamente as exigências específicas referentes a comportamento e produtividade.- O trabalho escolar fornecido é compatível com o nível de capacidade da criança.
-O professor está mais interessado no processo (compreensão de um conceito) que no produto (conclusão de 50 problemas de subtração).
- disposição da sala de aula é definida, com carteiras separadas colocadas em fileiras.
-O professor distribui pequenas recompensas sociais e materiais relevantes e frequentes.
- O professor da classe é capaz de usar um programa modificado de custo resposta.
- O professor emprega punições leves acompanhadas de instruções para retornar ao trabalho quando a criança hiperativa interrompe o trabalho dos outras.
- O professor ignora o devaneio ou a desatenção em relação a lição que não perturbe as outras crianças e, então, uma atenção diferenciada quando ela volta ao trabalho. - A menor razão aluno para professor possível (preferencialmente, um professor para oito alunos. -O professor está disposto a alternar atividades de alto e baixo interesse durante todo o dia em lugar de fazer com que o aluno faça todo o trabalho de manhã com tarefas repetitivas uma após a outra. -O professor está disposto a oferecer supervisão adicional durante o período de transição entre aulas, intervalos e durante outras atividades longas como reuniões. -O professor é capaz de antecipar os problemas e fazer planejamentos de antemão para evitar problemas; - O professor está disposto a auxiliar a criança hiperativa a aprender, praticar e manter aptidões organizacionais. - O professor está disposto a aceitar a responsabilidade de verificar se a criança hiperativa aprende e usa um sistema eficaz para manter-se em dia com o dever de casa, e conferir se ela quando sai do prédio da escola, todos os dias, leva esse dever para casa. -O professor aceita a responsabilidade de comunicar continuamente com os pais. Para alunos o curso elementar, um bilhete diário e enviado para casa. Para estudantes das últimas séries do 1º e 2º grau, usam-se notas de progresso semanal. - O professor fornece instruções curtas diretamente à criança hiperativa e em nível que ela possa entender. -O professor é capaz de manter um controle eficaz sobre toda a classe, bem como sobre a criança hiperativa. -Preferencialmente a classe é fechada (quatro paredes) nunca em ambiente aberto. -O professor está disposto a desenvolver um sistema no qual as instruções são repetidas e oferecidas de várias maneiras.- O professor está disposto a oferecer pistas para ajudar a criança hiperativa a voltar para o trabalho e a evitar que ela fique super excitada.
-O professor está disposto a permitir movimentos na sala de aula.
-O professor prepara todos os alunos para mudanças na rotina. -O professor entende como e quando variar seu método.
-O professor é capaz de fazer um rodízio e uma alternância de estímulos e reconhece que aquilo pode ser recompensador para um aluno, pode não ser para outro. -Todos os estudantes aprendem um modelo lógico de resolução de problemas para lidar com problemas na sala de aula e entre eles mesmos (por exemplo: parar, ver, ouvir). - Um sistema de treinamento em atenção ou auto monitoramento é usado em sala de aula.- O professor parece capaz de encontrar algo positivo, bom e valioso em toda criança. Este professor valoriza as crianças por aquilo que são, não por aquilo que conseguem produzir.

Criança hiperativa
Desde pequeno já é inquieto. Em casa, corre daqui para lá o dia todo, sem que nada o detenha, nem sequer o perigo. Tira brinquedos de seu lugar, esparrama todos eles pelo chão e, quase sem usá-los, pega outros e outros. Interrompe permanentemente os adultos e as outras crianças, respondendo impulsivamente e de forma exagerada àqueles que o aborrecem. Seus companheiros de escola o evitam, mesmo assim ele sempre termina chamando-os para pedir ajuda nas lições que não consegue copiar a tempo.
Os sintomas acima mostram a vida de uma criança que apresenta um dos transtornos mentais mais frequentes nas crianças em idade escolar, a Hiperatividade, ou Transtornos de Déficit de Atenção por Hiperatividade (TDAH), como é chamada pelos especialistas.
Ainda é comum encontrar entre leigos, a noção de que a criança hiperativa seja apenas malcriada, ou mal educada pelos pais. Por isso, é importante que os pais prestem muita atenção nas atitudes e comportamentos dos filhos, seja dentro de casa, na rua ou na escola.
A diferença entre uma criança que tenha hiperatividade de outra mal educada é que a segunda não apresenta alguns distúrbios como perda relativa de visão ou audição, problemas de comunicação, estresse emocional, convulsões e distúrbios do sono, que são mais comuns na primeira, além do mau humor constante.
O verdadeiro comportamento hiperativo interfere na vida familiar, escolar e social da criança. As crianças hiperativas têm dificuldade em prestar atenção e aprender. Como são incapazes de filtrar estímulos, são facilmente distraídas e tendem a ser muito agarradas às pessoas, necessitando de muita atenção.
É importante para os pais perceberem que as crianças hiperativas entendem as regras, instruções e expectativas sociais. O problema é que elas têm dificuldade em obedecê-las. Esses comportamentos são acidentais e não propositais. Por isso, não culpe o seu filho por ele ser assim, isso só será pior para ele!
Para garantir que a criança realmente hiperativa seja tratada adequadamente, e evitar o tratamento inadequado de uma criança normalmente ativa ou malcriada, é importante que seu filho receba um diagnóstico preciso.
Esteja preparado para descrever, de forma precisa e objetiva, o comportamento do seu filho em casa e nas atividades sociais. Se seu filho está encontrando dificuldade na escola, peça ao professor que converse com o médico ou envie-lhe um relatório por escrito.
Ao tratar da criança hiperativa, sua meta é ajudá-la a fazer o melhor possível, em casa, na escola, e com os amigos. Lembre-se sempre de que seu filho está lutando com todas as forças para superar uma deficiência do sistema nervoso. Explique, se preciso for, mas não se sinta envergonhado ou culpado quando seu filho não se comportar bem.
Rafaela Rosas

Saiba mais:

http://salamultiespecialdaandrea.blogspot.com.br/2013/03/a-crianca-hiperativa.html

http://www.psicologosp.com/2013/10/como-lidar-com-uma-crianca-hiperativa.html

http://www.dda-deficitdeatencao.com.br/hiperatividade/

http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/materias_295427.shtml

http://www.minhavida.com.br/saude/temas/hiperatividade

http://psicoinfantil.net/como-identificar-uma-crianca-hiperativa/

http://drauziovarella.com.br/crianca-2/deficit-de-atencao-e-hiperatividade-tdah/

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

MÁSCARAS FEITAS COM CAIXAS DE OVOS






"Desobediência excessiva pode ser transtorno", diz psiquiatra infantil

Por Danielle Nordi - iG São Paulo |

Em entrevista, o especialista Gustavo Teixeira, autor do livro "O reizinho da casa", explica as diferenças entre uma simples birra e o transtorno desafiador opositivo;
Discordar, desobedecer ou se opor são atitudes normais e, até mesmo, esperadas quando uma criança é contrariada ou repreendida. Esse comportamento está longe de ser preocupante no dia a dia. Entretanto, quando ele começa a interferir na rotina da criança trazendo sofrimento e dor, os pais devem ficar atentos.
Em seu novo livro "O reizinho da casa" (Editora BestSeller), o psiquiatra especialista em infância e adolescência Gustavo Teixeira explica que a desobediência excessiva pode indicar que a criança sofre de transtorno desafiador opositivo. Confira, na entrevista abaixo, como os pais podem identificar e lidar com essa condição:

Uma das características da criança com transtorno desafiador opositivo é a dificuldade de trabalhar em grupo na escola
Discordar, desobedecer ou se opor são atitudes normais e, até mesmo, esperadas quando uma criança é contrariada ou repreendida. Esse comportamento está longe de ser preocupante no dia a dia. Entretanto, quando ele começa a interferir na rotina da criança trazendo sofrimento e dor, os pais devem ficar atentos.
Em seu novo livro "O reizinho da casa" (Editora BestSeller), o psiquiatra especialista em infância e adolescência Gustavo Teixeira explica que a desobediência excessiva pode indicar que a criança sofre de transtorno desafiador opositivo. Confira, na entrevista abaixo, como os pais podem identificar e lidar com essa condição:
iG: A criança desafiadora ou desobediente deve ser fonte de preocupação para os pais?
Gustavo Teixeira: É natural que toda criança durante seu desenvolvimento tenha um comportamento desobediente, opositor. Não podemos achar que tudo é patologia. Só podemos estabelecer que é um transtorno, nesse caso chamado de transtorno desafiador opositivo, quando os sintomas presentes no dia a dia dessa criança são tão graves e incapacitantes que interferem diretamente em sua vida. Provoca dor e sofrimento para ela e para todos que a cercam. Essa criança tem prejuízos significativos na escola ou na área social. Existe dor. Encontramos famílias completamente desestruturadas por causa desse problema.
iG: Quais sinais indicam que o filho está cruzando o limite de apenas “ser criança” para poder ser caracterizado o transtorno desafiador positivo?
Gustavo Teixeira: São dois parâmetros que precisamos prestar atenção: o funcionamento acadêmico e o social. Quando o sintoma é grave a ponto de suspeitar do transtorno, essa criança terá prejuízo acadêmico. Ela não gosta de trabalhar em grupo, desafia professores, não aceita fazer dever em casa ou sala. Além disso, tem o parâmetro social, que vai ser o principal indicador. A criança terá dificuldade de se relacionar com iguais, vai se opor a tudo, brigar com figuras de autoridade, desafiar orientações de adultos de uma forma geral. O funcionamento social será bastante problemático. É preciso ficar alerta para esses sinais.

Não aceita ordens de professores ou figuras de autoridade. Foto: Getty Images

iG: O que causa o transtorno desafiador opositivo?Gustavo Teixeira: Esse transtorno, como outros, apresenta causas biológicas que a ciência ainda não sabe exatamente quais são. Também existem os desencadeadores ambientais. Estudos mostram que a criança que vive em lares com pais agressivos ou com normas demasiadamente rígidas pode apresentar o transtorno. Outro gatilho importante é o núcleo familiar que utiliza métodos exatamente opostos ao mencionado, ou seja, famílias sem regra alguma. Nesse cenário, a criança acaba manipulando o pai e a mãe e se torna o “reizinho” ou “rainhazinha” da casa. Os pais se desautorizam na frente da criança, ela não tem hora para almoçar, para fazer lição de casa, para tomar banho. Não existem regras a serem seguidas. Esse é um exemplo de criação parental problemática. Quando uma criança tem transtorno desafiador opositivo é mandatório fazer uma orientação com os pais porque eles também fazem parte do problema.

Gustavo Teixeira: Esse transtorno, como outros, apresenta causas biológicas que a ciência ainda não sabe exatamente quais são. Também existem os desencadeadores ambientais. Estudos mostram que a criança que vive em lares com pais agressivos ou com normas demasiadamente rígidas pode apresentar o transtorno. Outro gatilho importante é o núcleo familiar que utiliza métodos exatamente opostos ao mencionado, ou seja, famílias sem regra alguma. Nesse cenário, a criança acaba manipulando o pai e a mãe e se torna o “reizinho” ou “rainhazinha” da casa. Os pais se desautorizam na frente da criança, ela não tem hora para almoçar, para fazer lição de casa, para tomar banho. Não existem regras a serem seguidas. Esse é um exemplo de criação parental problemática. Quando uma criança tem transtorno desafiador opositivo é mandatório fazer uma orientação com os pais porque eles também fazem parte do problema.



ALFABETO MÓVEL - CARRO CHEFE DA ALFABETIZAÇÃO

ALFABETO MÓVEL -
CARRO CHEFE DA ALFABETIZAÇÃO

Atividades para todos os níveis de escrita
O lúdico pode ajudar a criança a alfabetizar-se, escrever e interpretar textos, a partir do momento em que ele a torna espectadora e interlocutora de atos de leitura e escrita

Objetivos:

★ Facilitar, a partir de atividades lúdicas, o aprendizado, a assimilação da escrita e a aquisição de vocabulário.
★ Proporcionar um contato inicial mais espontâneo com a leitura e a gramática.
★ Estimular o gosto pela escrita formal.

Faixa etária:
Crianças a partir do 1° ano.

Para que o aluno dos anos iniciais do Ensino Fundamental realmente se alfabetize, ele precisa estar imerso em um ambiente rico em materiais que apresentam variedade de suportes gráficos e diversidade de gêneros de textos. Portanto, além dos livros e apostilas didáticas usadas pela própria escola, introduza atividades lúdicas complementares que o farão aprender brincando!
Durante a seleção dessas atividades, dê preferência as que façam a criançada tomar contato com todas as letras, palavras e textos simultaneamente. No início, apresente e introduza alfabetos móveis - tanto maiúsculos quanto minúsculos - para que as crianças possam manipulá-los e, dessa maneira, tomar contato com o formato de cada uma das letras.
Aos poucos, estimule-as a formar palavras com os alfabetos, para que memorizem de forma global as que lhes são mais significativas (seu nome, nome dos colegas, professora, pais etc.). Ainda durante a atividade, faça as correções necessárias e, então, aproveite a ocasião para propor a composição de palavras mais complexas, para exercitar o raciocínio infantil em relação à escrita.

Sobre a introdução do alfabeto móvel
Deve ter como objetivo fazer com que as crianças visualizem as letras e, ao manipulá-las, familiarizem- se com o formato delas. Esse contato ajuda na sistematização e assimilação da escrita durante a primeira fase da alfabetização.

Sugestões para o 1º ano
Ainda utilizando os alfabetos móveis, proponha:
★ A análise da constituição das palavras quanto à letra inicial, final, quantidade de letras, as que se repetem, letras que podem ou não iniciar palavras e as que podem ocupar outras posições nas palavras.
★ A formação de nomes próprios com letras móveis.
★ A associação de objetos a palavras.
★ A observação dos aspectos sonoros das letras a partir das iniciais das palavras significativas.
★ A distinção entre letras e números.
★ O reconhecimento da forma e da posição dos dois tipos de letras (maiúsculas e minúsculas).
★ A identificação da primeira letra das palavras no contexto da sílaba inicial.
★ A contagem de letras das palavras e, em seguida, o desmembramento oral das palavras em suas sílabas.
★ Um jogo da memória, no qual o par deve ser composto pela escrita da mesma palavra em letra bastão e cursiva.
★ Um bingo de letras, no qual as cartelas devem conter letras variadas do tipo bastão, cursivas e as duas juntas.
★ Um bingo de palavras, no qual as cartelas devem conter palavras variadas escritas com letras do tipo bastão, cursiva e as duas juntas.

Sugestões para o 2º ano
A partir da leitura de textos de conteúdo já conhecido, proponha:
★ A distinção entre discurso oral e texto escrito.
★ A identificação de letras e palavras conhecidas.
★ A produção de pequenos textos com palavras conhecidas, a leitura em voz alta do que foi produzido e as correções necessárias.
★ A composição e decomposição de palavras em suas sílabas.
★ A observação das letras que faltam para se completar uma palavra ou uma frase simples (trabalho que pode ser feito com textos lacunados).
★ A organização de palavras, frases e pequenos textos.
★ A construção de frases e pequenos textos com novas palavras.
★ Um jogo dos sete erros, a partir de um texto conhecido, no qual deve haver a substituição de sete palavras por outras, que não façam parte dele e ainda o deixem com um sentido dúbio.

Fonte
revistaguiafundamental.uol.com.br

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

4 anos de Blog...PARABÉNS para nós...


COFRINHO...











LEITURA, ESCRITA E MONTAGEM DE TEXTO

CONSTRUÇÃO DA POESIA DE VINÍCIUS DE MORAES COM PALAVRAS MÓVEIS
*Imprimi a poesia ,depois utilizamos placas de EVA coloridas para que as palavras ficassm mais firmes para o manuseio das crianças.
*Colei imã atras das palavras para que fossem coladas em uma placa de zinco.
*Através do papel cartaz, fizemos  dedoches de borboletas para simular o voo no pátio da escola com as crianças brincando, como se estivesse sobrevoando e sentindo a sensação de liberdade que demonstra a borboletas.
*CONSTRUÍMOS BORBOLETAS DECORATIVAS PARA ENFEITAR A SALA DE AULA..
 *—Utilizamos  o E.V.A para construir as fases da metamorfose e avançar no conhecimento sobre o funcionamento do sistema de escrita e na aquisição da leitura e da escrita convencional.
As crianças montavam o texto com auxílio da poesia,depois sem auxílio.
Utilizavam uma ampulheta para marcar o tempo e verificar quem conseguiria terminar de montar o texto antes que a areia terminasse que cada aluno...Competição eles adoram...
  

terça-feira, 5 de novembro de 2013

ABRE SÍLABAS !!! INCRÍVEL COMO ELES ADORAM...





Criei esse jogo utilizando tampinhas abre e fecha de leite e suco e água de coco. Se trata de um silabário dinâmico para o uso de formação de palavras.
 Interessante material de manipulação que aguça a curiosidade da criança, ativa a memória e inicia o processo de silabação. É um  material didático é prático, tem por objetivo despertar o interesse e a pela leitura






 
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