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quinta-feira, 15 de abril de 2010

NÃO AO BULLYING-PROGRAMA DE REDUÇÃO DO COMPORTAMENTO




MATERIAL DA NET (ANDREA DEDEANA-COMPARTILHANDO ROSA LUÍZA)

PROGRAMA DE REDUÇÃO DO COMPORTAMENTO
AGRESSIVO ENTRE ESTUDANTES

• APRESENTAÇÃO
• CONCEITUAÇÃO
O que é Bullying?
Onde ocorre Bullying?
De que maneira os alunos se envolvem com Bullying?
E o Bullying envolve muita gente?
Quais são as conseqüências do Bullying sobre o ambiente escolar?
Quais são as conseqüências possíveis para os alvos de Bullying?
E para os autores de Bullying?
E quanto às testemunhas?

• APRESENTAÇÃO
A ABRAPIA, contando com o patrocínio da PETROBRAS, realiza um Programa que visa diagnosticar e implementar ações efetivas para a redução do comportamento agressivo entre estudantes de 11 escolas localizadas no Município do Rio de Janeiro. É seu objetivo sensibilizar educadores, famílias e sociedade para a existência do problema e suas conseqüências, buscando despertá-los para o reconhecimento do direito de toda criança e adolescente a freqüentar uma escola segura e solidária, capaz de gerar cidadãos conscientes do respeito à pessoa humana e às suas diferenças.

CONCEITUAÇÃO
• O que é Bullying?
O termo BULLYING compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder. Portanto, os atos repetidos entre iguais (estudantes) e o desequilíbrio de poder são as características essenciais, que tornam possível a intimidação da vítima.
Por não existir uma palavra na língua portuguesa capaz de expressar todas as situações de BULLYING possíveis, o quadro, a seguir, relaciona algumas ações que podem estar presentes:
Colocar apelidos
Ofender
Zoar
Gozar
Encarnar
Sacanear
Humilhar Fazer sofrer
Discriminar
Excluir
Isolar
Ignorar
Intimidar
Perseguir
Assediar
Aterrorizar
Amedrontar
Tiranizar
Dominar Agredir
Bater
Chutar
Empurrar
Ferir
Roubar
Quebrar pertences
• E onde o Bullying ocorre?
O BULLYING é um problema mundial, sendo encontrado em toda e qualquer escola, não estando restrito a nenhum tipo específico de instituição: primária ou secundária, pública ou privada, rural ou urbana. Pode-se afirmar que as escolas que não admitem a ocorrência de BULLYING entre seus alunos, ou desconhecem o problema, ou se negam a enfrentá-lo.

• De que maneira os alunos se envolvem com o Bullying?
Seja qual for a atuação de cada aluno, algumas características podem ser destacadas, como relacionadas aos papeis que venham a representar:
- alvos de Bullying - são os alunos que só sofrem BULLYING;
- alvos/autores de Bullying - são os alunos que ora sofrem, ora praticam BULLYING;
- autores de Bullying - são os alunos que só praticam BULLYING;
- testemunhas de Bullying - são os alunos que não sofrem nem praticam Bullying, mas convivem em um ambiente onde isso ocorre.
§ Os autores são, comumente, indivíduos que têm pouca empatia. Freqüentemente, pertencem a famílias desestruturadas, nas quais há pouco relacionamento afetivo entre seus membros. Seus pais exercem uma supervisão pobre sobre eles, toleram e oferecem como modelo para solucionar conflitos o comportamento agressivo ou explosivo. Admite-se que os que praticam o BULLYING têm grande probabilidade de se tornarem adultos com comportamentos anti-sociais e/ou violentos, podendo vir a adotar, inclusive, atitudes delinqüentes ou criminosas.
§ Os alvos são pessoas ou grupos que são prejudicados ou que sofrem as conseqüências dos comportamentos de outros e que não dispõem de recursos, status ou habilidade para reagir ou fazer cessar os atos danosos contra si. São, geralmente, pouco sociáveis. Um forte sentimento de insegurança os impede de solicitar ajuda. São pessoas sem esperança quanto às possibilidades de se adequarem ao grupo. A baixa auto-estima é agravada por intervenções críticas ou pela indiferença dos adultos sobre seu sofrimento. Alguns crêem ser merecedores do que lhes é imposto. Têm poucos amigos, são passivos, quietos e não reagem efetivamente aos atos de agressividade sofridos. Muitos passam a ter baixo desempenho escolar, resistem ou recusam-se a ir para a escola, chegando a simular doenças. Trocam de colégio com freqüência, ou abandonam os estudos. Há jovens que estrema depressão acabam tentando ou cometendo o suicídio.
§ As testemunhas, representadas pela grande maioria dos alunos, convivem com a violência e se calam em razão do temor de se tornarem as "próximas vítimas". Apesar de não sofrerem as agressões diretamente, muitas delas podem se sentir incomodadas com o que vêem e inseguras sobre o que fazer. Algumas reagem negativamente diante da violação de seu direito a aprender em um ambiente seguro, solidário e sem temores. Tudo isso pode influenciar negativamente sobre sua capacidade de progredir acadêmica e socialmente • E o Bullying envolve muita gente?
A pesquisa mais extensa sobre BULLYING, realizada na Grã Bretanha, registra que 37% dos alunos do primeiro grau e 10% do segundo grau admitem ter sofrido BULLYING, pelo menos, uma vez por semana.
O levantamento realizado pela ABRAPIA, em 2002, envolvendo 5875 estudantes de 5a a 8a séries, de onze escolas localizadas no município do Rio de Janeiro, revelou que 40,5% desses alunos admitiram ter estado diretamente envolvidos em atos de Bullying, naquele ano, sendo 16,9% alvos, 10,9% alvos/autores e 12,7% autores de Bullying.

Os meninos, com uma freqüência muito maior, estão mais envolvidos com o Bullying, tanto como autores quanto como alvos. Já entre as meninas, embora com menor freqüência, o BULLYING também ocorre e se caracteriza, principalmente, como prática de exclusão ou difamação.

• Quais são as conseqüências do Bullying sobre o ambiente escolar?
Quando não há intervenções efetivas contra o BULLYING, o ambiente escolar torna-se totalmente contaminado. Todas as crianças, sem exceção, são afetadas negativamente, passando a experimentar sentimentos de ansiedade e medo. Alguns alunos, que testemunham as situações de BULLYING, quando percebem que o comportamento agressivo não trás nenhuma conseqüência a quem o pratica, poderão achar por bem adotá-lo.
Alguns dos casos citados na imprensa, como o ocorrido na cidade de Taiúva, interior de São Paulo, no início de 2003, nos quais um ou mais alunos entraram armados na escola, atirando contra quem estivesse a sua frente, retratavam reações de crianças vítimas de BULLYING. Merecem destaque algumas reflexões sobre isso:
- depois de muito sofrerem, esses alunos utilizaram a arma como instrumento de "superação” do poder que os subjugava.
- seus alvos, em praticamente todos os casos, não eram os alunos que os agrediam ou intimidavam. Quando resolveram reagir, o fizeram contra todos da escola, pois todos teriam se omitido e ignorado seus sentimentos e sofrimento.
As medidas adotadas pela escola para o controle do BULLYING, se bem aplicadas e envolvendo toda a comunidade escolar, contribuirão positivamente para a formação de uma cultura de não violência na sociedade.

• Quais são as conseqüências possíveis para os alvos?
As crianças que sofrem BULLYING, dependendo de suas características individuais e de suas relações com os meios em que vivem, em especial as famílias, poderão não superar, parcial ou totalmente, os traumas sofridos na escola. Poderão crescer com sentimentos negativos, especialmente com baixa auto-estima, tornando-se adultos com sérios problemas de relacionamento. Poderão assumir, também, um comportamento agressivo. Mais tarde poderão vir a sofrer ou a praticar o BULLYING no trabalho (Workplace BULLYING). Em casos extremos, alguns deles poderão tentar ou a cometer suicídio.

• E para os autores?
Aqueles que praticam Bullying contra seus colega poderão levar para a vida adulta o mesmo comportamento anti-social, adotando atitudes agressivas no seio familiar (violência doméstica) ou no ambiente de trabalho.
Estudos realizados em diversos países já sinalizam para a possibilidade de que autores de Bullying na época da escola venham a se envolver, mais tarde, em atos de delinqüência ou criminosos.

• E quanto às testemunhas?
As testemunhas também se vêem afetadas por esse ambiente de tensão, tornando-se inseguras e temerosas de que possam vir a se tornar as próximas vítimas.

Bullying




Bullying - A brincadeira que machuca



Quem nunca ganhou um apelido na escola? Ou melhor, quem nunca foi vítima de brincadeiras de mau gosto? Acredito que quem ler este artigo responderá sim, as ofensas estão presentes em qualquer escola e apelidos como “caipira”, “torradinha”, “gordinho”, “cabeção”, “patricinha”, “mauricinho” e diversos outros estão se tornando cada vez mais um problema e precisam ser solucionados. As brincadeiras de mau gosto prejudicam e dificultam os alunos no seu aprendizado, tem até quem desiste de estudar. Essa prática estúpida recebeu o nome de bullying, uma palavra inglesa que significa ameaçar, intimidar, maltratar, em português não temos uma equivalente, mas podemos denominá-la de “violência moral”.
Precisamos combater qualquer forma de ofensas entre alunos, evitar transtornos futuros nas vidas de tais indivíduos. Evitar para que não ocorra caso semelhante como o ocorrido no ano de 2003 quando o adolescente Edmar Aparecido Freitas entrou na escola onde havia estudado, em Taiúva (SP), ferindo oito pessoas com um revólver calibre 38 e em seguida se matando. O adolescente era obeso e havia sido humilhado com apelidos maldosos, vítima de gargalhadas e sussurros dos companheiros de escola.
Há outros casos, principalmente envolvendo mortes, e outros desastres. Os pais precisam estar atentos ao comportamento do filho, principalmente quando resolve se isolar e também no baixo rendimento escolar. Quando isso for constatado devem procurar a escola e juntamente com os professores estabelecer um diálogo para resolver o problema. Precisamos estar juntos para combater essa prática tão desumana e humilhante que constrange e machuca muitos alunos. Devemos trabalhar em conjunto para banir de uma vez por todas esse ato idiota e preconceituoso, só assim conseguiremos um maior rendimento e aproveitamento das aulas por parte daqueles que preferem se calar. O bullying é uma ofensa e não deve ser tolerado pelas escolas, ele pode mudar para pior a vida de uma pessoa.
Autor: Giomário Nunes Torres

VOGAIS








BONECRICAS







PSICOMOTRICIDADE

O que é psicomotricidade?

Atualmente, a psicomotricidade é a interação da ação como um ato da tomada de consciência do indivíduo com o seu próprio corpo e o meio que o cerca, como também, busca-se unir o pensamento e a atividade motora. Está relacionada ao processo de maturação, onde o corpo é a origem das aquisições cognitivas, afetivas e orgânicas, onde é sustentada por três conhecimentos básicos: o movimento, o intelecto e o afeto.
A psicomotricidade é a ciência que tem como objeto de estudo o homem através do seu corpo em movimento e em relação ao seu mundo interno e externo. Demonstrando desta forma, suas emoções, sentimentos e criatividade, qualificando assim o seu modo de viver e agir em diversas situações. Pum termo empregado para uma concepção de movimento organizado e integrado, através das experiências vividas pelo sujeito cuja ação é resultante de sua individualidade, sua linguagem e sua socialização.
Percebe-se que muitos autores enfatizam a importância da idade pré-escolar, pois é nesta idade que constituem a aquisição de repertórios conceituais considerados básicos e é fundamental ao desenvolvimento da criança, tanto para esta fase quanto para as subseqüentes e deste modo será abordado à seguir o papel da psicomotricidade.

O papel da psicomotricidade.

É necessário, ao se trabalhar a educação psicomotora com as crianças, se orientar sobre a formação básica indispensável em seu desenvolvimento motor, afetivo e psicológico e que através de atividades lúdicas e jogos se conscientizem sobre o seu próprio corpo, desenvolvendo suas aptidões perceptivas e se adequando aos movimentos psicomotores. As atividades psicomotoras têm-se como aliada a conservação da saúde física, mental, equilíbrio socioafetivo e a interação entre os alunos.
O que é necessário é o mais importante não é se desenvolver alunos eficientes em resultados nas atividades motoras, muito menos comparações, pois isso afeta psicologicamente uma criança de modo negativo. Pois é natural o professor se demonstrar e ou se surpreender com alunos que se mostram agilidades em suas habilidades motoras. Mas, o mais importante e essencial é se desenvolver e promover em seus alunos a socialização, a cooperação, como também despertar a valorização do comportamento social, domínio de si mesmo, autocontrole e respeito mútuo, favorecendo também determinados comportamentos e mudanças de atitudes.
As atividades psicomotoras devem estar voltadas para as necessidades físicas da criança e que é necessário se incentivar a prática do movimento em todos os momentos de nossas vidas.

Principais habilidades psicomotoras em relação à sua idade psicomotora:
Sua idade psicomotora será:
• Coordenação e equilíbrio: 3 a 4 anos - etapa da reorganização de corpo vivido;
• Esquema corporal: 5 a 6 anos - etapa dos indícios de presença de corpo percebido;
Complementando estes dados apresentamos a seguir uma tabela das principais aquisições da criança em cada idade.
Habilidades psicomotoras - Principais conhecimentos e aquisições:

Habilidades Coordenação e equilíbrio Esquema corporal Lateralidade Estruturação espacial Estruturação temporal

4 anos A criança pode ficar sobre um pé só durante alguns segundos. Pode saltar a uma distancia de 2m e uma altura 10cm com o pé dominante. Dentes, ombros, costas, joelho, unhas, umbigo, pescoço.
4 anos e meio: começa a aparecer um corpo mais correto.

Continua a experienciação dos dois lados do corpo. Ao lado, longe, em torno de, médio, deitar, de pé, redondo, quadrado, pouco, muito, progressão de tamanho. Noite, dia, mais velho, antes, depois, maior, manhã, tarde, sua idade, reprodução de estruturas rítmicas de 2 ou 3 movimentos.

5 anos A criança tem condições de executar exercícios simples de dissociação de movimentos. Os exercícios de coordenação global vão poder ser realizados por imitação de forma mais ou menos correta. Lábios, queixo, bochecha, testa.
5 anos e meio: desenho dinâmico; começam os detalhes das roupas.

Instabilidade no domínio manual.
Em frente, em toda parte, direito, inteiro, retângulo, entrar, sair, voltar. Estações do ano; seqüência lógica do tempo, num nível mais elementar, noções de 1º e último; noções de ordem e sucessão.

6 anos A criança pode se tornar imóvel, com os dois olhos fecha-dos, durante 10 segundos.

Cotovelos. Dominó manual mais estável, início do reconheci-mento de direita e esquerda em si mesma. Grosso, fino, metade, ao meio, subir, descer, rolar, junto, só, estruturas espaciais.

Dias da semana e mês.

Infelizmente, a sociedade exige do indivíduo o domínio da leitura e da escrita, o saber escrever tem uma dimensão que ultrapassa a sala de aula, é indispensável para que o indivíduo se integre e se adapte ao meio social de forma concreta e eficiente. E é sobre a atual situação brasileira que passará ser discutido em seguida.

Selma Fonseca 2006

quarta-feira, 14 de abril de 2010

MEDIDAS DE TEMPO "RELÓGIOS"

Medidas de tempo

É comum em nosso dia-a-dia pergunta do tipo:
Qual a duração dessa partida de futebol?
Qual o tempo dessa viagem?
Qual a duração desse curso?
Qual o melhor tempo obtido por esse corredor?
Todas essas perguntas serão respondidas tomando por base uma unidade padrão de medida de tempo. A unidade de tempo escolhida como padrão no Sistema Internacional (SI) é o segundo.

Segundo

O Sol foi o primeiro relógio do homem: o intervalo de tempo natural decorrido entre as sucessivas passagens do Sol sobre um dado meridiano dá origem ao dia solar.
O segundo (s) é o tempo equivalente a do dia solar médio.
As medidas de tempo não pertencem ao Sistema Métrico Decimal.

Múltiplos e Submúltiplos do Segundo
Quadro de unidades
Múltiplos
minutos hora-dia
min/h/d
60 s 60 min = 3.600 s 24 h = 1.440 min = 86.400s
São submúltiplos do segundo:
décimo de segundo
centésimo de segundo
milésimo de segundo

Cuidado: Nunca escreva 2,40h como forma de representar 2 h 40 min. Pois o sistema de medidas de tempo não é decimal.
Observe:

Medidas de tempo
Outras importantes unidades de medida:
mês (comercial) = 30 dias
ano (comercial) = 360 dias
ano (normal) = 365 dias e 6 horas
ano (bissexto) = 366 dias

semana = 7 dias
quinzena = 15 dias
bimestre = 2 meses
trimestre = 3 meses
quadrimestre = 4 meses

semestre = 6 meses
biênio = 2 anos
lustro ou qüinqüênio = 5 anos
década = 10 anos
século = 100 anos
milênio = 1.000 anos

























LIVRO DA MAMÃE...












Olha que belezinha para os pequenos no dia das mães.....

RECORTE TROQUE E MONTE








 
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